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Sistemas Web Solicite o orçamento

Loja Virtual / E-Commerce

O mercado de vendas online já está mais que consolidado no Brasil.

Sem pagamento de aluguel ou taxas mensais. Com opção de ter uma cópia ou o código-fonte. Mais de 300 lojas virtuais criadas e desenlvolvidas ao longo de 17 anos.

O Brasil está entre os quatro maiores mercados desta modalidade a nível mundial.

Esse é o momento ideal para sua empresa entrar no comércio eletrônico e sem pagamento de aluguel ou taxas mensais e podendo ter uma cópia do código-fonte, é uma análise de médio e longo prazo que é recomendade de ser feita. Ao investir em plataforma própria poderá ter um investimento inicial, porém poderá não ter incidências de taxas obrigatórias fixas ou variáveis por usar uma plataforma alugada.

A Loja virtual ou shopping virtual (operações também conhecidas como : B2B, B2C, B2G, loja online, loja virtual, loja com vendas on line, e-commerce ou comércio eletrônico) pode ter integração com meios de pagamento dos mais diversos, sistema anti-fraude, integração com E.R.P. / C.R.M.. sistemas logísticos, televendas e outros sistemas já existentes ou a desenvolver com nosso auxílio ou não. A nossa solução de comércio eletrônido será desenvolvida e customizada na versão web mais apropriada para seu negócio, com a opção mobile e responsiva, versões em outras línguas e toda a experiência desde 2000 atuando como Agência Digital Full Service, trabalhando também com convergência digital.

Se tem dúvida sobre B2B ou B2C, diferenças, dicas e oportunidades, clique aqui.

Saiba como montar sua loja virtual com nosso suporte total. A criação e o desevolvimento de um e-commerce, para vendas online, conta com nossa equipe nas mais variadas frentes. Independente do porte da sua empresa, encontraremos em comum acordo a solução de comércio eletrônico mais apropriada.

E-Commerce, por onde devo começar para ter um?

Com o forte crescimento da internet e em especial do e-commerce, muitas empresas, independente de porte ou segmento se questionam sobre abrir o leque ou não, idem para pessoas físicas.

 

A escolha da plataforma ideal começa com a delimitação dos objetivos da sua empresa, do público-alvo desejado, do investimento inicial e mensal que pode e deseja fazer e do retorno esperado.

Existem alguns tipos de soluções e plataformas de e-commerce:

Uma comparação clara das funcionalidades das opções que está considerando e do que realmente vai usar tanto no Front-End (Área Pública) e o Front-End (ADMIN, como integrações e tipos de relatórios são de suma importância. Alguns exemplos e questionamentos iniciais;

 

-Quais os tipos de relatórios gerencias que a plataforma oferece? São customizáveis? Podem ser solicitados novos de acordo com a necessidade?

-A plataforma suporta ou tem formas de integração com ERP´s (Ssitemas de Gestão), Sistemas de Logística, Gateways de Pagamento ou meios de pagamentos diversos? Destacamos que algumas operações podem começar sem uma ou mais destas integrações e aos poucos, de acordo com a necessidade, vai se incorporando.

- A plataforma tem fácil integração com Market Places?

-A plataforma oferece estrutura e recursos para a implantação de SEO, que é a busca orgânica?

-A plataforma permite integração ao Google Analytics e similares?

-Existem opções de integração com programas de links patrocinados (SEM), como AdWords (Anúncios Google) Facebook Ads e outros?

-Quais os recursos relativos a segurança das transações (SSL, sistemas antifraude) disponíveis?

-Existe integração com mídias sociais?

- O Front-End ou área pública é responsiva? Ou seja, se adapta a qualquer dispositivo móvel?

- A plataforma contém a funcionalidade de ser multiloja? Ou seja, pode ter URL´s (endereços web diferentes) com o mesmo sistema Back-End ou até mesmoo Back-End poder ser replicado?

- A plataforma, além de B2C, pode ser B2B contemplando diversas regras de negócio integradas com diferentes tabelas de preço? Ou outros tipos de comercailização?

- Gera cupons de desconto?

- Quais são as possibilidades de customização e alteração do layout (front-end)?

- Quais são os recursos de segurança disponíveis?

- O Back-End (ADMIN) ou Painel Administrativo é amigável?

- A plataforma pode ser multilíngue?

- A plataforma pode ser adaptada ou já tem recursos para vender para outros países?

- Outras opções que são relevantes para o seu negócio.

Agora sim os tipos de plataforma de comércio eletrônico:

- Open Source, ou seja, de código aberto e gratuito, ou que tenham algum custo de customização, alguns de baixo valor, outras bem mais altas. No geral, tem baixo custo de investimento inicial. Mas existem riscos, e o principal é que não há certeza da evolução do código e de como e com qual frequência, serão feitas as aplicações de melhorias, já que a plataforma depende da dedicação da comunidade de desenvolvedores que são defensores do código aberto. As customizações também podem ser mais limitadas, mesmo que sejam feitas por empresas específicas sem esperar o avanço da plataforma pela comunidade. Como ponto positivo também existe a constante liberação de extensões e plug-ins para integrações diversas. É uma opção para quem quer experimentar o comércio eletrônico sem grandes investimentos, porém já sabendo que encontrará algumas ou limitações mais sérias a partir de um determinado ponto de sucesso do negócio, ou seja, a escalabilidade é ruim, além das limitações criativas da área pública, que é o que internauta interessado nos seus produtos e serviços enxerga na internet. Algumas referêncais : Opencart, Magento, Woo Comerce (Wors Press) e outros.

– Código fonte aberto e gratuíto, o que permite adaptações profundas, dependendo do modelo de contratação que usou para contratar ou não uma empresa para auxiliar com a implantação. O que pode aumentar o valor de investimento inicial. Recomenda-se profunda análise da proposta de trabalho de quem vai auxiliá-lo, o que é prudente para qualquer tipo de contratação, sempre.

– Requer download, instalação e adaptação do código, e para isto pode depender de uma pessoa ou empresa especializada. Este é um aspecto a ser bem observado para não ter o velho o problema do “barato sair caro”, ao contratar alguém que não tenha a correta especialização para o projeto, e nem que não tenha condições de dar o suporte necessário durante e após a implantação, se necessário.

– Equipe de TI para implantação e suporte pode custar muito caro dependendo do tipo de implantação pretendido. Mas para as soluções simples e mais usuais, costuma ser bem vantajoso.

– Poder de personalização depende do conhecimento da plataforma.

– Alto poder de integração de extensões com plugin´s, API´s, etc.

– Alta disponibilidade de extensões criadas por fornecedores parceiros

– Integração com CRM, ERP, WMS e outras plataformas via API´s.

– Implementação relativamente rápida, se não quiser fazer grandes adaptações e customizações.

– Liberdade para escolher onde quer fazer a hospedagem, podendo contratar alguém ou uma empresa para auxiliá-lo ou não.

– Requer equipe profissional para realização de intervenções mais complexas.

– A escalabilidade e a segurança normalmente são críticas se não forem acompanhados por profissionais experientes.

 

- Plataformas Alugadas ou por Licenciamento. Existem inúmeras opções no mercado com modelos de cobrança bem diversificados como por : pageviews (número de paginas vistas), volume/quantidade de pedidos, percentual de faturamento e outros. No geral elas tem a mesma limitação de customizações das open sources, porém, mais ainda, pois o código-fonte é fechado e fica sob o controle da empresa que aluga a plataforma, inibindo desta forma as customizações tecnológicas da plataforma em si por sua livre e espontânea iniciativa e necessidade. Normalmente os avanços tecnológicos são realizados em novas versões, sem tempo pré-definido. Existem exceções onde a empresa proprietária do código-fonte da plataforma faz concessões de customização para clientes específicos, e na maioria das vezes precisa ser feito pela própria empresa proprietária, e aí o valor do investimento pode ser proibitivo e até mesmo, demorado. A liberação de plug-ins para integrações diversas depende do controle da empresa proprietária da plataforma, normalmente feito em pacotes ao mesmo tempo. Também é uma boa opção para quem quer começar com pouco investimento na plataforma e os valores fixos e obrigatórios mensais não inviabilizem o fluxo financeiro do negócio em si. A escalabilidade depende muito da empresa proprietária e existe boa limitação criativa para as áreas públicas do visual do e-commerce.

Alguns aspectos presentes com grande frequência nas plataformas alugadas ou de licenciamento.

– Aluguel com pagamento mensal.

– O aluguel mensal, normalmente é comercializado em planos ou pacotes, sendo que o preço de cada pacote pode variar conforme o faturamento, número de visitas, quantidade de produtos e outras variáveis possíveis da loja virtual. É aconselhável fazer um cálculo mínimo procurando estimar os primeiros 24 meses mediante o faturamento esperado para não ter surpresas. É um modelo bem recomendado para faturamentos menores ou que o custo fixo gerado pelo aluguel da plataforma não impacte o resultado operacional do negócio em si.

– Baixo custo de implementação inicial.

– Baixo poder de personalização e de criação.

– A proprietária da plataforma oferece suporte dependendo do plano que contratou.

– Implementação é relativamente rápida e tem baixa dependência da equipes da sua empresa como Marketing,  de Tecnologia da Informação (TI) da sua empresa

– Administração e intervenções simples podem ser feitas pelo administrador da loja virtual.

– A hospedagem, normalmente, é definida pela desenvolvedora da plataforma, já dentro do pacote de serviços selecionado.

- Como já dito antes, a escalabilidade é ruim.

Dentro de uma variação de plataformas “alugadas” ou “licenciadas” ou que o contratante não tem controle sobre o código-fonte, existem grandes plataformas conhecidas globalmente usadas por lojas virtuais de altíssimo faturamento, normalmente posicionadas como líderes nos mercados dos seus países ou até mesmo mundiais. Este tipo de plataforma exige elevadíssimo investimento, e às vezes, por definição da Corporação da Contratante também são usadas como opção ao modelo seguinte que iremos apresentar que são as plataformas próprias.

- Plataformas próprias. São plataformas onde a empresa contratante e usuária final contrata uma empresa especializada em criação e desenvolvimento de plataformas de comércio eletrônico e/ou outras empresas parceiras e também pode fazer tal desenvolvimento total ou parcial com equipes internas. Existe a opção da empresa contratante fazer o desenvolvimento com uma equipe interna própria ou alocada, porém é menos usual quando já não se tem esta equipe dimensionada e como parte integrante das atividades já existentes na empresa.

Para este modelo normalmente se tem um valor de investimento inicial maior, mas com valores obrigatórios mensais praticamente inexistentes ou até mesmo inexistentes, como é a maior incidência de casos, reduzindo assim os custos mensais frequentes descartados alugueis e taxas obrigatórias que permeiam o modelo das plataformas alugadas e às vezes as de open source.

Ao fazer esta opção pela plataforma própria ou não, é comum que as empresas avaliem o grau de investimento ao longo de pelo menos 24 meses, para ver quanto seria o investimento total versus limitação de escalabilidade versus grau de dependência de uma open source ou alugada para optar pela plataforma própria ou pelos modelos anteriores. É comum, no resultado desta análise, pelo faturamento esperado, se optar por uma plataforma própria que tem total liberdade de escalabilidade.  A liberação e desenvolvimento de plug-ins e web services para integrações diversas depende exclusivamente da vontade e disponibilidade de investimento da empresa contratante, você, que dará a velocidade de acordo com o conjunto de opções que tem.

– Não há pagamento de aluguel ou taxas obrigatórias.

- Total controle do código-fonte, hospedagem, melhorias, integrações, etc. Podendo continuar ou não com a empresa desenvolvedora ou outra, de acordo com sua necessidade para implantações e inovações futuras.

– O custo de implementação inicial é de médio para alto. Porém se comparado ao faturamento esperado, pode ser rapidamente amortizado na linha do tempo, deixando de ter pagamentos fixos desnecessários.

– Livre poder de personalização, de criação e de escalabilidade.

– É opcional a contratação da empresa desenvolvedora ou outra, por fee mensal, banco de horas, por job ou outras modalidades A proprietária da plataforma oferece suporte dependendo do plano que contratou, além do prazo de garantia da legislação.

– Implementação da solução depende da interação das suas equipes de Marketing, de Tecnologia da Informação (TI) e outros para aprovações e da capacidade de investimento da sua empresa além do tamanho do projeto em si. Difícil comparar tempo de implantação dos dois modelos anteriores com este, pois na maioria dos casos, o escopo desta solução é mais abrangente e personalizado, podendo  ter um prazo de entrega de 60 (sessenta) dias para mais do que as anteriores, dependendo do conjunto necessário, como também pode ser implantada em etapas, reduzindo o prazo de implantação.

– Administração e intervenções simples podem ser feitas pelo administrador da loja virtual.

– A hospedagem, via de regra, é estabelecida pela sua própria empresa, com assessoria ou não de uma empresa contratada.

Este último modelo, plataformas próprias, e as plataformas globais concentram, no Brasil, o maior volume de faturamento de lojas virtuais. Em contra partida, os dois primeiros modelos concentram o maior volume de lojas instaladas, e são bem concentradas para operações menores de comércio eletrônico, havendo algumas exceções.

A Agência VM2 cria e desenvolve plataformas próprias que permite, como exposto acima, total liberdade de escalabilidade para sua loja virtual.

 

 

Breve sugestão de check-list para selecionar o fornecedor da plataforma de e-commerce e afins.

 

– Avalie o famoso “Meu Amigo, ou meu primo ou meu sobrinho faz um tem um amigo que faz Site”

– Se você deseja ter bons resultados com sua loja virtual, escolha sempre bons profissionais ou  empresas especializadas naquele segmento.

– Projetos em geral, são bem sucedidos e apresentam resultados satisfatórios quando a sinergia entre você/sua equipe  que contratou com a equipe de desenvolvimento, seu gerente de projetos ou atendimendo. É recomendável ter participação ativa dentro dos seus limites com quem representa a equipe que contratou, que pode ser composta de criativos, estruturadores, desenvolvedores, testers, líder do projeto e outros  para que o projeto atinja o que você espera, ou até mesmo te surpreenda.

- Dependendo do tipo de empresa que vá contratar, normalmente dentro do leque das que tem dezenas e dezenas de clientes que pagam mensalidade, entre no Reclame Aqui e similares para avaliar as reclamações a respeito daquela empresa. Recomendamos que esta análise seja feita de forma completa, além do número de reclamações, como foram tratadas estas reclamações, etc.

– Ter referências checadas dos projetos desenvolvidos e clientes da empresa fornecedora. De preferência pelo menos uma visita presencial na empresa.

- Avalie a opção de atendimento remoto à distância, pois pode estar em outra cidade, outro estado ou até mesmo outro país.

- Deixe bem definida a linguagem de programação e o banco de dados que será utilizado e procure entender os motivos e se são usuais no mercado para facilitar manutenções e upgrades futuros.

– Entenda de quem é a propriedade do código-fonte e do banco de dados, e se isto está bem claro no contrato. responsabilidades, garantias, propriedades, como se dará a relação e o uso se houver uma rescisão contratual. Infelizmente existem alguns profissionais e empresas que não deixam isto bem claro para criar uma relação de dependência.

- Ter bem definido e claro o cronograma completo de implantação assim como de pagamentos. Cuidado para não pagar adiantado, mesmo que considere o valor baixo.

 - Tempo de existência da empresa e quantidade de cases de sucesso, não necessariamente no seu setor, pois existem alguns casos que nem é bom que tenha alguma empresa do mesmo segmento que você.

- Se o fornecedor oferece opções de expansão para a plataforma.

- Avaliação do atendimento e suporte pós-entrega, pois pode acontecer da plataforma ter algum tipo de problema ou bug  e, assim, precisará de correções e manutenções.

- Se a plataforma de comércio eletrônico acompanhará o crescimento do seu negócio. E se possível, saber quanto isto custará.

- É possível a migração para outras plataformas? O que você tem direito de levar se acabar a relação comercial?

- Elaborar uma planilha comparativa com todos estes ítens, mais as funcionalidades que de fato espera da

plataforma versus o que é oferecido, valor de investimento inicial para a plataforma, custo mensal da plataforma, custo de set up e mensal de hospedagem e procure estimar seu faturamento em até 24 meses, em até 36 meses e se possível em até 60 meses, para avaliar a condição real de lucro e de retorno.

Assim poderá tomar uma decisão mais adequada pela plataforma, pois todos os outros custos de divulgação e outros investimentos que podem ficar independentes da opção pela plataforma.

 

 

A Agência VM2 pode acompanhar com você todos os passos a seguir, chegando às estratégias completas de divulgação pois também trabalhos com Ações de Convergência.

Desde o ano 2000, mais de 3.000 projetos entregues, a Agência VM2 está pronta para desenvolver lojas virtuais para clientes dos mais variados portes e segmentos.

 

 

 

 

Trabalhando com  quatro frentes  Sistemas Web  ,  Criação  ,  Usabilidade  e  Planejamento  , a Agência VM2 possui a expertise necessária para desenvolver um e-commerce completo para sua empresa cuidando desde o desenho do layout, passando pelo planejamento de marketing online e usabilidade, até a programação de sistemas exclusivos.

Já fomos responsáveis pelo desenvolvimento de e-commerces, -business, B2B e B2C, como: Marisa, Mercedes-Benz, Ticket360, Mistral, Educonix, Sonda Supermercados, Atlas, Pirelli - Planeta Performa, BIC SRM, Antilhas, TivolliSports, Telewin Shop, Loja do Chocolate, FlorQDiz, MeuEspelho, WeddingGift, Elas Usam, Sharpener e Golden Distribuidora, Doces Malu, Cobra Rolamentos, Gertec, Bellfone, Editora Gente, W Pillow, Politec Saude, Fit4 e Reebok Fitness , Vitaderm , Conjuntamente analisamos também possibilidades para sustentação da operação determinando fases escalonadas ou acontencendo em paralelo como   atualização e manutenção de sites e portais   através de  CMS   ou não    midia digital      midias tradicionais    redes sociais       links patrocinados   ou S.E.M. (Search Engine Marketing -SEM)   SEO (Search Engine Optimization - S.E.O.)        e-mail marketing     hotsites      marketing de incentivo      CRM         gameficação   com jogos on ou offline     blog próprio        treinamento à distância para toda a força de vendas, distribuição e pontos de venda   (e-learning ou EAD)    aplicativos       planejamento digital        atendimento online        endomarketing       forum de discussão        BI       inteligência e pesquisas de mercad     intranet  extranet     promoção comercial     marketing de relacionamento     marketing viral    gerenciamento e monitoramento de  midias sociais     mobile marketing     employer brand ou employer branding     sistemas web diversos     projetos de criação      projetos parciais ou completos de usabilidade  , UX e nomes similares usados,    responsive design  (versão responsivo)    vinhetas      enfim todo um   planejamento     bem estruturado para todo o projeto.  E até mesmo antes de todas estas fases, se preferir, pode ser elaborado um completo  pré-projeto digital   para levantar as necessidades e oportunidades.

Alguns exemplos:

Dez motivos para investir no comércio eletrônico:

  1. Possibilidade de vendas 24 horas por dia, sete dias por semana;
  2. Vendas sem limites geográficos.
  3. Custo de manutenção mais baixo que loja física;
  4. Economia do país aquecida, aumentando o poder de consumo;
  5. Barateamento da banda larga potencializando o mercado;
  6. Brasil é o sexto país em vendas online no mundo;
  7. Possibilidade de trabalhar em paralelo com loja física;
  8. Mercado online mais consolidado do que nunca;
  9. Resultados altamente mensuráveis;
  10. 86,3% do consumidor online satisfeito.

Evolução do E-commerce no Brasil.

Como funciona na VM2

Trabalhando com quatro frentes, a Agência VM2 possui a expertise necessária para desenvolver um e-commerce completo para sua empresa cuidando desde o desenho do layout, passando pelo planejamento de marketing online e usabilidade, até a programação de sistemas exclusivos.